Férias é Aprender, a brincar!

Férias é Aprender, a brincar!

É Verão, não há aulas e estamos em pleno período de férias! Bom tempo, boa disposição e dias grandes, são a combinação perfeita para a brincadeira.

As férias são por excelência, o tempo para os nossos pequeninos descansarem do ritmo muitas vezes acelerado da rotina da escola e do trabalho dos pais. É aquela altura do ano em que podemos ficar a brincar no parque até mais tarde, ir à praia, fazer piqueniques no campo, fazer novos amigos, brincar com os amigos com quem não estamos habitualmente e até viajar.

E embora a escola e as aulas sejam formalmente o espaço e o tempo de aprendizagem e de trabalho, não significa que as férias sejam o tempo de não trabalho e de não aprendizagem.

Também nas férias, pode ajudar o seu filho a fazer novas aprendizagens, a adquirir e melhorar competências e a não esquecer o que aprendeu durante o ano, proporcionando-lhe experiências únicas e cheias de significado, que ele certamente nunca mais irá esquecer.

Aproveite as férias, para educar e ensinar os seus filhos de uma forma descontraída  e não formal.

A não formalidade da educação, ou melhor dizendo a Educação Não Formal, é aliás um tema que ganha cada vez mais destaque e importância, sendo debatido pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa, que afirma que a educação e a aprendizagem não-formal é uma área essencial à aprendizagem.

Mas o que é a Educação não formal?

A Educação não formal, é centrada na criança, nos seus gostos e motivações. Não tem horário, nem espaço específico para acontecer, não tendo um currículo ou avaliação formal. É assim, uma forma de educação voluntária, que parte das oportunidades que a própria curiosidade e vontade de aprender da criança nos dá.

Mas e como é que nós pais, pomos em prática a Educação não Formal durante as férias?

Tem um número infinito de possibilidades!

  • Levo o seu filho a um workshop, ao teatro, ao cinema, a um museu, ao oceanário…
  • Leve o seu filho a uma aldeia, vila ou cidade onde ele nunca tenha ido
  • O seu filho pode ajudar a fazer o almoço e o jantar
  • Quando for às compras ensine o seu pequenote a fazer compras e se ele já tiver idade incentive-o a ler rótulos e a fazer pequenos cálculos.
  • Leia uma história ao deitar, ou sempre que o seu filho demonstrara vontade
  • Ensine-o a nadar
  • Façam construções na areia
  • Façam desenhos, com diferentes materiais (lápis, tintas) e diferentes técnicas (pintar com as mãos, com os pés)
  • Ponha uma música e dance
  • À noite mostre-lhe a lua e as estrelas
  • Imitem animais
E mesmo para os mais pequeninos e nas mais pequeninas coisas e ocasiões pode sempre retirar proveito do Verão e da curiosidade do seu filho sobre as texturas estimulando-lhe o sentido do tacto por exemplo.
Tire-lhe os sapatos, deixando-o sair e percorrer uma variedade de texturas, tais como a areia quente, pedrinhas lisas, cimento frio, erva molhada e terra fofinha. Actividades como esta promovem a consciência sensorial, uma vez que a criança recebe informação dos seus cinco sentidos.
ensine as crianças a serem éticas e bondosas

5 Dicas para educar crianças bondosas

Pesquisadores da Harvard University dão 5 dicas de como educar crianças éticas e bondosas.

O objectivo final e maior de todos os educadores, pais e familiares é criar crianças que se tornem no futuro em adultos bem sucedidos e felizes no futuro, correcto?

Segundo as orientações dos pesquisadores de Harvard há uma formula de sucesso: ensine as crianças desde cedo a serem pessoas generosas e altruístas.

Não só é realmente a acção certa como humanos e como parte activa da sociedade ao educarmos e instruirmos as crianças mas é também fundamental para que eles desenvolvam relacionamentos saudáveis – uma das maiores fontes de felicidade dos seres humanos – e saibam interagir na sua vida pessoal futura de adultos assim como no trabalho. O sucesso depende mais do que nunca de se saber colaborar com os outros e crianças empáticas e socialmente conscientes colaboram mais e como tal estão mais propensas a atingir o sucesso profissional e interpessoal e serem felizes ao longo da sua vida.

1) Passe tempo com seus filhos
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Esta é a base de tudo…

As crianças aprendem a se importar e respeitar o próximo quando elas são tratadas com respeito e amor. Converse, faça perguntas, escute as respostas com interesse, planeie coisas divertidas e originais para fazerem juntos, leia livros na hora de dormir. Uma criança que se sente amada já tem meio caminho andado.

 

2) Dê o exemplo… Ainda é a melhor maneira de ensinar.
ce2As crianças aprendem a ter comportamentos éticos e morais observando o comportamento dos pais e de outros adultos que elas respeitam. Preste atenção em você mesmo. Comporta-se da maneira honesta, ética e generosa que deseja ver nas suas crianças? Está a tentar resolver seus próprios conflitos com tranquilidade? Claro que ninguém é perfeito todo o tempo e por isso é que é tão importante dar o exemplo também reconhecendo erros, sendo humilde e avaliando nosso próprio comportamento. Errou? Admita e procure melhorar.

 

3) Fale em alto e bom som que generosidade e valores éticos são importantes.
ce3Apesar de muitos pais falarem que isso é uma prioridade muitas crianças não estão a escutar. As crianças precisam escutar em alto e bom som que a felicidade dos outros é tão importante como a nossa, que a gente tem que fazer as ações e opções certas mesmo quando é mais difícil, que temos que honrar nossos compromissos, ser justos. Encoraje seus filhos a tomarem decisões sob a luz da ética e do respeito ao próximo. E claro, acima de tudo ensine dando o exemplo.

 

4) Crie oportunidades para que as crianças pratiquem a gratidão.
ce4Gratidão é a palavra da vez para quem procura a felicidade. Vários estudos mostram que quem reconhece as coisas boas da vida é muito mais feliz. Mas o músculo da gratidão tem que ser exercitado para ficar forte. Encoraje as crianças a expressarem gratidão: obrigada por aquela professora carinhosa, obrigada pela ida ao parque com os Avós , obrigada por aquela comidinha especial, obrigada por ter me ajudado com o dever de casa. Exercite o seu músculo da gratidão assim  como o deles em cada oportunidade.

 

5) Ensine-os a verem além do próprio mundo.
ce5A maioria das crianças se importa com sua família e com seus amigos. O grande desafio é fazer com que desenvolvam empatia em relação a alguém fora do seu círculo social, o aluno novo da classe, alguém que não fala a sua língua, o auxiliar da escola, alguém que mora num país muito distante. Ajude o seu filho a dar o “zoom out” no mundo. Converse sobre notícias, sobre as dificuldades de pessoas que moram longe. Ou apenas converse sobre pessoas diferentes de vocês. Isso já ajuda as crianças a entenderem que o mundo é muito mais do que o que está à vista e se pode ver ali na hora e no momento – excelente capacidade para se desenvolver em uma realidade tão globalizada.

(Adaptado do artigo da Revista Pazes e do Estudo da Harvard University.)

dicas lavagem e hora do banho dos peluches e combate aos acaros

Hora do banho dos Peluches!

Aproveite as férias e os dias de calor do Verão para dar “banho” e eliminar os àcaros nos peluches do seu bebé ou criança. 

Deixamos aqui algumas instruções de como lavar os peluches seja na máquina ou à mão e alguns truques de combate aos àcaros. Vai ver que o peluche até vai gostar da “hora do banho fresco” nestes dias quentes! 

Peluches: o mundo perfeito dos àcaros e bactérias

Sendo que os peluches são parte comum da decoração de qualquer quarto infantil, e por vezes são o brinquedo preferido da criança, é comum que as crianças tirem das prateleiras bonecos que estavam a acumular pó. O problema é que com o boneco vêm centenas de milhares de ácaros, amantes de ambientes cálidos e húmidos como os pelos de um peluche. Por serem feitos de fibras, os peluches acumulam muito pó e por isso são um dos alvos preferidos dos àcaros e são das principais causas de alergias do aparelho respiratório. Sem contar que como servem de brinquedo para bebés e crianças, caem no chão, são arrastados pela casa e acabam sujos e encardidos.

Por isso, é importante manter os peluches limpos para preservar a saúde das crianças, principalmente as alérgicas. E fazer isso é mais fácil do que imagina.

Se uma criança tem asma ou problemas respiratórios mais agressivos, o ideal era afastar-se dos peluches. Mas pode sempre colocá-los numa máquina de lavar a 55ºC  não deixando de estar atenta às instruções das etiquetas e à existência de materiais elétricos dentro dos bonecos. Coloque um pouco de amaciador e use um ciclo apropriado a roupas delicadas.

Caso o boneco não possa entrar dentro de água, para peluches delicados ou com equipamento interior, pode lavar à mão ou usar ainda outra técnica: esfregue um pano húmido no pelo do peluche, escove-o e depois volte a limpá-lo com sabão em pó, um pouco de água e amoníaco. Ponha-o a secar e depois pode voltar a ser usado.

Uma vez que os ácaros não resistem a baixas temperaturas pode também usar o seu congelador para resolver a questão. Basta colocar directamente os peluches dentro de um saco plástico, daqueles usados na cozinha para congelar alimentos, tirar todo o ar e levar ao congelador por 24 horas.  Em caso de os ter lavado primeiro, aplique este método e truque apenas depois dos peluches estarem completamente secos.

Se os bonecos não estiverem realmente sujos e apenas os quiser limpar por uma questão de higiene, use bicarbonato. Humedeça o boneco com água, coloque algum bicarbonato de sódio e deixe-o durante uma noite num saco de plástico. No dia seguinte retire o composto químico e está limpo.

E pode também aspirar o peluche, evitando que o pó se acumule.

Lavagem na máquina

  1. Providencie um daqueles sacos de lavar roupas delicadas para evitar o atrito com as pás da máquina. Se não tiver, a alternativa é colocar os ursinhos dentro de uma fronha e amarrar;
  2. Selecione o modo suave de lavagem e aplique o detergente que costuma usar no dia-a-dia mas em dose reduzida;
  3. Terminada a lavagem, deixe o brinquedo secar à sombra. A secagem ao sol pode deixar os peluches com odor de tecido húmido. Não tenha pressa, a secagem pode demorar horas e até dias.

Lavagem à mão

  1. Numa bacia, misture água e detergente até formar espuma e molhe delicadamente o peluche, mas sem encharcá-lo;
  2. Use uma esponja macia ou use as mãos mesmo para espalhar a espuma por todo o brinquedo;
  3. Esfregue com cuidado e enxágue delicadamente;
  4. Jamais torça o brinquedo, pois isso pode deformá-lo. No máximo, pressione a pelúcia levemente para remover o excesso de água;
  5. Use um pano para tirar a humidade e deixe secar à sombra mas num ambiente seco.

 

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(Informação e inspiração de artigos do Observador e do site Dicas de Mulher)

Medidas de segurança para crianças no Verão e nas Ondas de Calor

“Medidas Segurança para Verão e Ondas de Calor” pela Direção Geral de Saúde

 Informações disponibilizadas nos “Planos de Contingência” da Direção Geral de Saúde relativamente ao Verão e Ondas de Calor.

Face às ondas de calor que se têm feito sentir e que estão previstas para este Verão resolvemos reunir algumas informações e recomendações essenciais para a segurança de adultos e principalmente das crianças e que esperamos o ajudem a aproveitar o Verão ao máximo, mas sempre em segurança.

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A POPULAÇÃO DA DIRECÇAO GERAL DA SAÚDE

Em casos de exposição prolongada a temperaturas elevadas podem surgir efeitos negativos na saúde, em particular em períodos de Ondas de Calor, que compreendem um largo espectro de condições variando de um relativamente ligeiro rubor, edema, síncope, cãibras e exaustão por calor, até ao golpe de calor ameaçador para a vida. A exposição a períodos de calor intenso, durante vários dias consecutivos constitui uma agressão para o organismo, podendo conduzir à desidratação, ao agravamento de doenças crónicas, a um esgotamento ou a um golpe de calor, situação muito grave e que pode provocar danos irreversíveis na saúde, ou inclusive levar à morte.
As emissões provenientes do sol e que atingem a superfície terrestre incluem a luz visível, o calor e a radiação ultravioleta (UV). Os três elementos são fundamentais e benéficos para a vida humana desde que a exposição seja a adequada, caso contrário, a exposição excessiva pode acarretar vários problemas de saúde, dos quais se destacam no caso do calor, a desidratação e o ‘golpe de calor’, e no caso dos ultravioletas o cancro da pele e as cataratas.
Em Portugal, os níveis de UV são frequentemente elevados durante todo o ano, independentemente da temperatura. Porém enquanto que no Inverno, a utilização de roupas relativamente densas e que cobrem grande parte do corpo permitem proteger, em simultâneo, do frio e das radiações UV, na época de Verão, as temperaturas mais elevadas, levam à diminuição do número de peças de roupa e, consequentemente, à exposição de grande parte do corpo, muitas vezes sem a consciência dos efeitos que daí podem advir
para a saúde humana.
Assim, em períodos de temperaturas amenas ou elevadas a escolha do vestuário, deve ter em conta quer o controlo da temperatura corporal (libertando-o do calor em excesso) mas também dos raios UV, que podem apresentar níveis elevados mesmo quando as temperaturas são baixas.

Para a prevenção dos efeitos do calor intenso recomendam-se as seguintes medidas:

• Aumentar a ingestão de água, ou sumos de fruta natural sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede e evitar bebidas com elevados teores de açúcar.
• Os recém-nascidos, as crianças, as pessoas idosas e as pessoas doentes, podem não sentir, ou não manifestar sede, pelo que são particularmente vulneráveis – ofereça-lhes água e esteja atento e vigilante.
• Devem fazer-se refeições leves e mais frequentes. São de evitar as refeições pesadas e muito condimentadas.
• Permanecer duas a três horas por dia num ambiente fresco, ou com ar condicionado, pode evitar as consequências nefastas do calor, particularmente no caso de crianças, pessoas idosas ou pessoas com doenças crónicas. Se não dispõe de ar condicionado, visite centros comerciais, cinemas, museus ou outros locais que disponham de ar condicionado. Evite as mudanças bruscas de temperatura. Informe-se sobre a existência de locais de “abrigo climatizados” perto de si.
• No período de maior calor tome um duche de água tépida ou fria. Evite, no entanto, mudanças bruscas de temperatura (um duche gelado, imediatamente depois de se ter apanhado muito calor, pode causar hipotermia, principalmente em pessoas idosas ou em crianças).
• Evite a exposição direta ao sol, em especial entre as 11 e as 17 horas. Sempre que se expuser ao sol, ou andar ao ar livre, use um protetor solar com um índice de proteção elevado (igual ou superior a 30) e renove a sua aplicação sempre que estiver exposto ao sol (de 2 em 2 horas) e se estiver molhado ou se transpirou bastante. Quando regressa da praia ou piscina volte a aplicar protetor solar, principalmente nas horas de calor intenso e radiação ultravioleta elevada.
• Sempre que andar ao ar livre, use roupas que evitem a exposição direta da pele ao sol, particularmente nas horas de maior incidência solar. Use chapéu, de preferência, de abas largas e óculos que ofereçam proteção contra a radiação UVA e UVB.
• Evite a permanência em viaturas expostas ao sol, principalmente nos períodos de maior calor, sobretudo em filas de trânsito e parques de estacionamento. Se não tiver ar condicionado, não feche completamente as janelas. Leve água suficiente ou sumos de fruta naturais sem adição de açúcar, para a viagem e, pare para os beber. Sempre que possível viaje de noite.
• Nunca deixe crianças, doentes ou pessoas idosas dentro de veículos expostos ao sol.
• Sempre que possível, diminua os esforços físicos e repouse frequentemente em locais à
sombra, frescos e arejados. Evite atividades que exijam esforço físico.
• Use roupa larga, leve e fresca, de preferência de algodão.
• Use menos roupa na cama, sobretudo quando se tratar de bebés e de doentes acamados.
• Evite que o calor entre dentro das habitações. Corra as persianas, ou portadas e mantenha o ar circulante dentro de casa. Ao entardecer, quando a temperatura no exterior for inferior àquela que se verifica no interior do edifício, provocar correntes de ar, tendo em atenção os efeitos prejudiciais desta situação.

Para a prevenção dos efeitos nocivos dos UV recomendam-se as seguintes medidas:
Nos meses de Verão, em que a exposição à radiação solar é mais frequente e consequentemente, a exposição à radiação UV é maior, deve ter-se particular atenção quando:
• o céu se apresenta encoberto, pois mesmo nestes casos, os níveis de radiação UV podem ser elevados, devido à sua dispersão pelas moléculas de água e outras partículas da atmosfera;
• ocorre reflexão, uma vez que a radiação UV é refletida em vários graus por diferentes superfícies, por exemplo, a areia seca da praia reflete cerca de 15% da radiação e a espuma do mar cerca de 25%;
• se permanece debaixo de uma sombra, por exemplo a sombra de uma árvore ou de um chapéu-de-sol não oferece suficiente proteção contra a radiação UV.

As crianças com menos de seis meses não devem ser sujeitos a exposição solar e deve evitar-se a exposição direta de crianças com menos de três anos. As radiações solares podem provocar queimaduras da pele, mesmo debaixo de um chapéu-de-sol; a água do mar e a areia da praia também refletem os raios solares e estar dentro de água não evita as queimaduras solares das zonas expostas. As queimaduras solares diminuem a capacidade da pele para arrefecer.

A escolha do vestuário deve ser feita de modo a ser eficaz na proteção contra o calor
excessivo mas também contra as radiações UV, recomendando-se:

A utilização de vestuário apropriado é uma das condições essenciais para a libertação do calor excessivo salientando-se os seguintes aspetos:
• Devem usar-se peças de roupa leves, largas e frescas, de preferência de algodão ou poliéster. Quando exposto ao sol, se os tecidos forem pouco densos optar pelas cores escuras. Quando o tecido é mais denso, não poroso, optar pelas cores claras. Deve aplicar-se protetor solar nas áreas expostas diretamente ao sol;
• Se andarem ao ar livre as crianças e pessoas de pele clara devem usar chapéu, de preferência de abas largas, e óculos escuros;
• Durante a noite, dormir com roupas leves e largas.
• No caso dos bebés, nos períodos de sono ao longo do dia, utilizar vestuário leve, sem os cobrir com lençóis ou cobertores.
• Os familiares de idosos que revelem insensibilidade à temperatura ambiente devem procurar aconselhá-los na roupa que utilizam.

Atualmente, já se encontra à venda vestuário específico para proteção UV. Este tipo de vestuário é especialmente tratado com determinados compostos absorvedores de UV, que previnem a passagem quer de radiação UVA e de UVB, sem alterar as suas características e conforto. Sempre que haja exposição solar para além dos cuidados na escolha do vestuário é importante que se utilizem protetores solares de índice elevado (≥30), pois estes constituem uma forma eficaz de proteção contra os efeitos indesejáveis provenientes do sol.
No entanto, a melhor e mais eficaz proteção para a pele contra a radiação ultravioleta é o uso de roupa apropriada e que cubra o corpo o máximo possível.

Contudo, nem todas as peças de vestuário são adequadas quando se trata de proteger a pele, com eficácia, contra a radiação UV. Devem ter-se em atenção algumas características, como o design da peça de roupa, a densidade e composição do tecido, a cor, o grau de elasticidade e o conteúdo de humidade.
• A proteção contra a radiação UV é tanto maior quanto maior for a densidade do tecido, ou seja, com uma composição hermeticamente tecida ou de malha;
• A maioria dos tecidos de algodão ou com uma mistura de algodão com poliéster providenciam uma boa proteção contra a radiação UV. Os algodões contém pigmentos especiais denominados ligninas que atuam como absorvedores de UV enquanto os poliésteres refletem a radiação;
• As cores mais escuras (preto, azul, verde ou vermelho escuro) apesar de se tornarem mais quentes, são mais eficazes do que as mais claras (branco, azul ou verde claro) em bloquear a passagem da radiação UV;
• A maior parte das peças de vestuário oferecem pouca proteção à radiação UV quando se encontram húmidas, esticadas ou desgastadas. Contudo, a lavagem repetida pode aumentar o nível de proteção, principalmente em tecidos como o algodão, pela redução dos espaços existentes entre as fibras do tecido.

Durante os últimos anos, foi introduzido o conceito de Factor de Proteção Ultravioleta (UPF), e em alguns países, os fabricantes incluem este fator nas etiquetas de vestuário.
UPF indica a quantidade de radiação UV que é absorvida pela peça de roupa e é o equivalente ao Factor de Proteção Solar (SPF) nos protetores solares.
Quanto maior for o valor de UPF menor é a quantidade de radiação UV que atinge a pele. Por exemplo, um material com uma UPF de 20 apenas permite a passagem de 1/20 da radiação UV para a pele, ou seja, o material absorve 95% da radiação deixando passar 5%.

Para mais informações:
Website: www.dgs.pt (área “Especial Verão”)
E-mail: calor@dgs.pt  ou geral@dgs.pt
Linha Saúde 24: 808 24 24 24

Tel 218 430 500 – Fax: 218 430 530
Direcção-Geral da Saúde: Alameda D. Afonso Henriques, 45 – 1049-005 Lisboa – Portugal

 

criança calor verão segurança hidratação

mãe brincar com bebé

“Brincar com o Bebé” por Carolina Canto

Brincar faz bem à saúde do bebé e da mamã!

Quando a mãe brinca com o bebé partilham-se momentos divertidos de cumplicidade e constrói-se uma relação única de confiança e reafirma-se o amor incondicional que os une.

Brincar com o bebé desde que ele nasce é muito importante para o seu desenvolvimento a vários níveis. Quando o bebé nasce quer descobrir o novo mundo que o rodeia. E através da brincadeira a mãe pode ajudar o bebé nessas novas descobertas.

A voz da mãe, o seu toque e cheiro inconfundíveis transmitem segurança e confiança ao bebé para conhecer as coisas e as pessoas à sua volta. Cantar, tocar e brincar são ótimos ingredientes para desenvolver as capacidades do bebé a nível cognitivo, motor, social e emocional.

No Gymboree as mães aprendem as brincadeiras mais adequadas para estimular as principais competências que o bebé pode desenvolver desde cedo.

Até aos 6 meses de idade, o bebé passa por diferentes fases e conquistas. Mas o principal objetivo nessa faixa etária, em termos de aquisições para o seu desenvolvimento saudável, é estimular a atenção, o interesse e a calma no bebé.

Para o bebé se interessar e ficar atento ao mundo envolvente ele precisa de se sentir seguro e amado. Por isso quando a mãe brinca com o bebé é muito importante estar atenta aos sinais do bebé de forma a respeitar o seu ritmo e assim adequar a brincadeira ao seu bebé e ele sentir-se-á mais interessado, curioso e confiante para explorar a aprender mais sobre esse novo mundo.

Na brincadeira, a mãe e o bebé descobrem-se mutuamente. A mãe começa a conhecer melhor o seu bebé, a sua maneira preferida de brincar – gosta mais de cócegas nos pés ou de beijinhos no pescoço? E o bebé vai conhecendo cada dia melhor a sua mãe (pai, avó ou outro cuidador), vai apurando os seus sentidos, vai aprendendo o novo ritmo das suas rotinas, vai-se adaptando a novos sabores e cheiros, tudo isto com a certeza que está seguro e é amado.

Fazer uma massagem suave no pé do bebé e cantar para ele fortalece o laço afetivo que une a mãe e o bebé, transmite-lhe amor, confiança e segurança para se interessar por novas aprendizagens.

Tocar um padrão melódico no xilofone, repeti-lo cantando uma música, juntar um estímulo táctil (como um sopro divertido na mão do bebé) estimula a memória e a calma no bebé, e facilita o interesse do bebé pelas palavras.

Brincar com o bebé ajuda a mãe a relaxar, a distrair-se das tarefas rotineiras de cuidados ao bebé e a divertir-se. Rir com o bebé é tão bom!

Quando se juntam mais mães e bebés para rir e conversar é ainda melhor!

Nas aulas do Gymboree a mãe tem a oportunidade de conhecer novas pessoas, que à partida se encontram no mesmo estado que ela, podendo partilhar experiências, dúvidas, descobertas e sentir-se compreendida.

As mães vão identificar-se e rever-se umas nas outras, gerando-se um sentido de grupo e empatia, ajudando a encarar quaisquer dificuldades com mais leveza, confiança e a ser mais criativa na busca de soluções.

As aulas do Gymboree promovem a amizade, a confiança e a criatividade do bebé e da mamã!

Por Carolina Canto, Psicóloga, Professora Sénior Gymboree

 

Para marcar uma aula Grátis visite:  www.gymboree.pt/bebe-crianca-aula-gratis

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a dança para a criança e seus beneficios

A dança do Gymbo para a criança

A dança para a criança e seus benefícios Psicocinéticos

Jean Le Boulch (1924 – 2011), foi um médico francês, professor de educação fisíca e grande defensor da Psicocinética, teoria geral do movimento que quando aplicada da Educação possibilita aos professores uma base fundamental para a educação global da criança. Na sua obra “Educação pelo Movimento” (1980) tentou consciencializar os educadores sobre a importância das questões psicomotoras, as quais além de contribuirem para o desenvolvimento psicomotor da criança contribuem grandemente para a evolução da sua personalidade e do seu sucesso escolar.

Incluir a musicalidade e a expressão corporal como parte da educação infantil é importante não só para trabalhar atividades que envolvam música e dança, mas também para o reconhecimento de seu corpo, de suas possibilidades e limitações espaciais, temporais e laterais.
Através da dança e de seus movimentos coordenados e rítmicos, as crianças aprendem as noções de espaço, de sequência, padrões rítmicos e uma consciencialização do próprio corpo.

A dança desenvolve estímulos tais como:

Tátil – sentir os movimentos através do corpo;
Visual – ver os movimentos e transferi-los para ação;
Auditivo – ouvir a música e dominar o seu ritmo;
Afetivo – emoções e sentimentos transpostos na coreografia;
Cognitivo – raciocínio, ritmo, coordenação;
Motor – esquema corporal, coordenação motora associada ao equilíbrio e flexibilidade.

É de salientar que as atividades que envolvem música e dança são sem dúvida um importante meio de inserção de cultura e prazer, sendo que as crianças sabem relacionar música e a dança como uma possibilidade de brincadeira e não há nada melhor do que aprender brincando.

A dança do Gymbo de Nível 5 da Gymboree, desenvolve exactamente algumas destas competências essenciais ao desenvolvimento infantil. Com a vantagem de que à medida que dança, o seu pequenote irá compreendendo os diferentes conceitos por vivenciá-los. Ao mesmo tempo, estará a dar início à aprendizagem da língua inglesa. E não é que os nossos pequeninos adoram a música, a dança e até já conseguem imitar!

Para que possa reviver esta brincadeira na sua casa partilhamos aqui o video de Youtube da dança do Gymbo e que tem sido um sucesso a deliciar miúdos e graúdos.

Será que o seu pequenote já conseguirá imitar os passos de dança do Gymbo?

Divirtam-se!

 

brincar para desenvolvimento da criança

Desenvolvimento infantil a brincar?

O acto de brincar é considerado um momento muito benéfico para o desenvolvimento global da criança, nomeadamente das capacidades físicas e sociais.

 Tudo se torna muito mais fácil e apelativo quando se acompanham as brincadeiras com música!

 O seu pequenote vai desenvolvendo progressivamente representações mentais das músicas, bem como das várias brincadeiras ou jogos desenvolvidos.

É importante referir que os pais ou outro familiar próximo da criança constituem um modelo para ela. Verifica-se muitas vezes que os bebés observam atentamente a expressão facial ou a linguagem corporal dos adultos para saberem se algo é divertido ou seguro. Através deste processo de observação social as crianças vão adquirindo aprendizagens que irão ser fundamentais para o desenvolvimento futuro da criança.

É por isso é que as nossas aulas no Gymboree valorizam tanto a sua presença e do seu bebé, pois acreditamos que juntos podemos obter resultados incríveis e surpreendentes…Se ainda não experimentou as nossas aulas venha experimentar!

T.C.

leitura para crianças

Dica de Leitura

 “Hoje, uma das tristes realidades é que pouquíssimas pessoas, em especial jovens, lêem livros. A menos que encontremos formas imaginativas de resolver esse problema, as futuras gerações arriscam-se a perder a sua história.”   Nelson Mandela

A hora da leitura de uma história é sem dúvida um momento muito importante no desenvolvimento do seu filho, por isso deixamos-lhe algumas dicas para a tornar mais dinâmica e divertida.
Para começar seleccione uma boa história, caso tenha dificuldades na escolha poderá consultar o plano nacional de leitura em www.planonacionaldeleitura.gov.pt .
Conte uma história ao seu filho. Pergunte-lhe “o que deveria acontecer a seguir?” e inclua as suas ideias na narrativa. Com esta pequena brincadeira está a ajudar o seu pequenote na construção da imaginação e pensamento criativo, e a ajuda-lo a desenvolver a literacia, bem como competências de pensamento lógico.
De seguida, deixe-se envolver na narrativa em conjunto com o seu filho e recorra se necessário a alguns adereços (camisolas velhas, aventais) para auxiliar a dramatização do conto desse dia.
T.C.
Inspiração neo-plástica e cor

Inspiração neo-plástica e Cor

Pieter Cornelis Mondriaan, geralmente conhecido por Piet Mondrian foi um pintor Holandês modernista, sendo largamente conhecido por ter participado no movimento artístico Neoplasticismo.

Essa fase da sua obra, a mais popularmente difundida, caracteriza-se por pinturas cujas estruturas são definidas por linhas pretas ortogonais (o uso de diagonais induziria a percepção a ver profundidade na tela).

Essas linhas definem espaços que se relacionam de diferentes modos com os limites da pintura, e que podem ser preenchidos com uma cor primária: amarelo, azul e vermelho, decisão que mostra sua estreita relação com as teorias estéticas da Bauhaus e da Escola de Ulm, e que definem pesos visuais diferentes para esses espaços.

Os blocos de cor, pintados de modo fosco e distribuídos assimetricamente, reforçam a ideia de um movimento superficial que se estende perpetuamente, indicando que o pintor investia na percepção da sua obra como uma abstracção materialista e sem profundidade, criticando a pintura histórica enquanto produzia uma abstracção racionalista, espiritualista e sobretudo concreta do mundo. A sua obra continua a inspirar a arte, o design, a moda e a publicidade.

No Museu Colecção Berardo é possível admirar um óleo sobre tela do pintor holandês – Composition with Yellow, Black, Blue and Grey, 1923.

Uma das actividades realizadas na aula de Artes III da Gymboree – uma janela muito especial – teve como inspiração um quadro deste pintor.

O resultado: umas janelas, ou quadros, ao estilo neoplastico de Mondrian.

Em exclusivo no blog do Gymboree admiram-se as fascinantes obras de Arte dos nossos Artistas Ricardo e Diana.

Por Inês Afonso Marques, Psicóloga

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Brincadeiras para o fim-de-semana!

Aqui estão algumas sugestões de brincadeiras para todas as idades!

0-1 ANO:

Crie uma sinfonia! Reúna um conjunto de objectos sonoros/barulhentos – tampas de frascos, rocas/guizos, colheres de pau ou de plástico – e una-os com uma fita. Agite o instrumento em frente ao seu bebé.

Como é que ele reage? Mexe-se e tenta pegar no instrumento ou procura afastá-lo? Parece receoso ou chora?

Compreender o modo como a criança lida com a informação sensorial e detectar qual a amplitude de som que é confortável para o bebé, constitui uma informação importante para os pais e para outros cuidadores do bebé.

1 – 2 ANOS:

Será que cabes? Junte algumas caixas de cartão – algumas suficientemente pequenas para que o seu filho não caiba lá dentro e outras suficientemente grandes para que se possa sentar no interior.

Para fortalecer a sua noção de consciência espacial, alinhe as caixas e pergunte ao seu filho “Será que cabes?” Deixe-o experimentar entrar em cada caixa para ver se cabe. Esta é, também, uma excelente actividade de resolução de problemas.

2 – 3 ANOS:

Saltar nas folhas de lírio/nenúfar. Corte grande círculos verdes de papel. Espalhe-os e cole-os no chão. Veja se o seu filho consegue andar ou “saltar” de folha em foha. Diga “salta” cada vez que o filho salta para associar a palavra à acção.

Jogos como este incentivam a imaginação e o pensamento criativo do seu filho, tanto como constroem as capacidades da linguagem

3 – 5 ANOS:

Brinquem ao “afunda” ou “flutua”. Reúna um conjunto de itens, alguns que se afundam (como uma pedra) e outros que flutuam (como uma rolha). Encha uma bacia com água e peça ao seu filho para adivinhar se determinado objecto irá flutuar ou afundar-se.

Deixe que a criança coloque cada item no alguidar de modo a observar se o seu palpite estava correcto.

DIVIRTAM-SE!

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A música ao fim de semana mas como “instrumento” de brincadeiras e aprendizagem